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Apresentação
Prezad@s,
Este Blog é uma porta de diálogo com internautas. Esperamos com ele otimizar nossa busca: oportunizar diálogos entre pessoas, instituições e comunidades.
Bem-vindos!
16 de Maio, 20h
Festa de 1º Aniversário do JEB
Contatos: 8138.5773
Estamos buscando músicos para apresentações/contate.
jornaleixodabaltazar@gmail.com
Atenção ao calendário do OP:
24 de abril/19h, Reg. Norte - Na Escola Liberato
26 de abril/15h, Reg. Nordeste - Na Escola Vitor Issler
29 de abril/19h, Reg. Eixo-Baltazar - No VIDA
Escrito por José Carlos Sturza de Moraes às 08h50
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DICA JEB
POR QUE TROCAR O SAL REFINADO POR SAL MARINHO?
O nosso corpo absorve minerais só em forma de sais. O sal marinho possue diversos sais como:sal de potássio, sal de magnésio, sal de fósforo, sal de selênio, sal de cálcio e outros,fornecendo assim diversos minerais que o nosso corpo necessita. Não chega a serdemasiadamente concentrado e não possue conservantes. O sal refinado é um produtosconcentrado de cloreto de sódio, contem conservantes e produtos que retiram sua humidade. Sendo que perde cerca de 84 nutrientes que encontramos no sal marinho puro. O sal refinado é um produto manipulado pelo homem para ficar mais branquinho e soltinho, não se levando em conta o que está aparência traz de malefícios para nossa saúde. Procure sempre consumir o produto em sua forma mais natural , como é o sal marinho, o açúcar mascavo, o arroz integral entre outros.
(Extraído do site do Sítio Pé na Terra)
Escrito por José Carlos Sturza de Moraes às 10h38
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EDITORIAL - JEB/Ano II - Nº 12 - Abril 2008
Mágica - Caminho para a segurança?
Inacreditavelmente a maior parte de nossa sociedade adulta(?) continua buscando soluções mágicas, rápidas, exemplares, que não responsabilizam ninguém por mudanças de hábitos, usos e costumes, nem apostam na educação como forma de combater a violência urbana. Quem pode blinda-se, contratando vigilância privada para a residência, para a rua, para a escola. Paga duplamente por algo que é obrigação do poder público. Mas a escolta privada não nos torna ‘a prova de balas’, nem nossas casas têm vidros blindados ou nossos corpos podem ser transformados para não sermos a próxima vítima da vez. Nesse tempo de crise, precisamos perseverar na busca de alternativas reais a violência. Alternativas que não precisam ser ‘a longo prazo’, mas que dependem de insistência social. Ações como a cobrança de efetivo policial qualificado continuamente, em número adequado ao contingente populacional e não ao tipo de região da cidade (privilegiando os locais mais nobres e luxuosos). Menos homens nos quartéis, sim, mas também os queremos agindo próximo da população em patrulhas como experimentaram as comunidades Passo da Mangueira e Barão do Cahy no ano passado e hoje lutam para continuar. A proposição da redução da maioridade penal também não resolve! É outra mágica que se quer fazer, mas se implantada aumentará o problema, pois ajudará a superlotar o já falido sistema prisional, reduzindo também a idade em que o tráfico e assaltantes aliciarão crianças e adolescentes para o crime. Propostas como a ampliação da pena para adultos que aliciarem menores de idade para a prática criminosa e a ampliação do tempo de internação de jovens infratores são bem mais efetivas e racionais. A violência urbana é um fenômeno que não pode ser isolado de pelo menos dois outros: as condições sócio-econômicas de produção da marginalidade e a precária ação do Estado em favorecer alternativas sólidas e continuadas em termos de políticas públicas para a maioria da população. O que ocorrerá se a maioridade penal diminuir? A quantidade de presos vai aumentar e as condições de produção da marginalidade continuarão a produzir a delinqüência em quantidade crescente e idade decrescente. O sistema penitenciário é incapaz de ressocializar infratores adultos e, em regra, funciona como escola de criminalidade. E quando funciona bem? Alguém contrata um/a ex-presidiário/a? Estamos diante do desafio de criar alternativas ao crime, à sedução do tráfico e da violência, por meio de eficientes e criativos programas de inclusão social que permitam valorizar e ressignificar a vida de adolescentes. A banalização da morte é o reflexo da banalização das precárias condições de socialização, que nega o direito a esperança à maior parte dos jovens brasileiros, que ainda assim – em sua grande maioria – resiste e não delinqüe. Sempre é tempo de magia. Da magia do acreditar no outro, de buscar soluções, de criar, de tecer a vida, de crer para ver... É assim que estimulamos crianças a falarem, a andarem, a lerem... O problema da busca de soluções mágicas para a segurança pública é que não preserva o essencial da magia: o trabalho humano (individual e associado), a inteligência, a intuição, o toque, o afeto, construindo novas respostas frente aos novos e velhos desafios. E, além disso, tem servido muito bem para as ‘autoridades’ da área não serem responsabilizadas por desmandos, falta de planejamento e omissão frente à gravidade da violência urbana!
José Carlos Sturza de Moraes Coordenador do JEB

Matéria de Capa - JEB 12 - Abril 2008
Complexo Cultural Porto Seco - Só Carnaval até quando?
Inaugurado no carnaval de 2004, o Complexo Cultural Porto Seco continua um 'elefante branco', um patrimônio público extremamente mal utilizado, subaproveitado, que fica ocioso a maior parte do ano, com seus galpões, pista de eventos e toda a infra-estrutura.
Sua construção custou aos cofres públicos mais de 45 milhões de reais para a instalação da pista de desfiles com 450 metros de comprimento e 16 metros de largura, uma pista de pré-desfile com 150 metros de extensão, estacionamento para 400 veículos, arquibancadas para 9.600 pessoas, camarotes com 2.400 lugares, além de um Anfiteatro para cinco mil espectadores e um Multipalco para dez mil pessoas.
É um absurdo estar sem uso. E a prefeitura, em seu site oficial, limita-se a informar que as intenções de apenas uma organização privada bastam para explicar a ociosidade criminosa do desuso do espaço. Eis o texto extraído em 31 de março de 2008 do site da prefeitura: "Desenvolvimento para a Região - Os empresários estabelecidos no Porto Seco querem implantar no local uma universidade do transporte, com cursos para preparar mão-de-obra da região para o trabalho em transporte e logística. Por todas estas características, a pista de eventos de Porto Alegre é um Complexo Cultural e não um sambódromo".
Que características? As intenções de uma organização? Que se instale a Universidade. Ótimo para a região e para os empreendedores do ramo do transporte. Mas é necessário que, se preservando o espaço conquistado pelo carnaval, urgentemente o local receba investimentos públicos para a instalação de programas de atendimento à criança, ao adolescente e a família, e atividades culturais, cursos profissionalizantes, etc. Parte dos novos investimentos inclusive pode ter a ver com a cadeia produtiva que se cria em torno dos desfiles carnavalescos (dança, costura, pintura, marcenaria, serralheria...).
O Complexo Cultural do Porto Seco tem todas as condições de ser uma espécie de Usina do Gasômetro local em termos culturais e um centro de formação profissional, esportivo e cultural. Quem sabe os movimentos populares e empresariais da região não assumem essa pauta com força. Se o fizerem, assim como conseguimos a retomada das obras da Av. Baltazar talvez tenhamos num curto espaço de tempo o sambódromo se transformando no Complexo Cultural Porto Seco dando espaço para outras manifestações culturais. Outra coisa a se retomar é a idéia de instalação de um parque, com grande área verde junto ao local, visto o impacto da implantação do loteamento do Porto Seco e ultimamente do inchaço habitacional em toda sua volta. O desenvolvimento deve estar em harmonia com a preservação e recuperação do meio ambiente!
Só será Complexo Cultural se tiver também outras cores!
Escrito por jornaleixodabaltazar às 09h27
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